20 de outubro de 2007

Poética Esparsa

Hoje conheci-te. Prendeste o teu cabelo ao meu e amámo-nos subtilmente.
Com o carinho que emanas dos teus gestos, lanças odores que lembram o mar,
febril canto de um distante rumor. Afogámo-nos na utopia breve de um sonho,
passos em híbridos vagares, película aderente das paixões. Comemorei a plácida
aridez das minhas rugas em bebedeiras sem fim. De ti, pouco mais soube, apenas
que ainda hoje és marulhar de águas na mais perfeita enseada da minha esparsa vida.

3 Comments:

Anonymous Anónimo usou da palavra

Quando menos esperava tu chegaste.
Meu verso de liberdade exacta.

21 outubro, 2007 15:36  
Blogger odeusdamaquina usou da palavra

Na tua anónima e exacta liberdade,
prendi-me nas tuas palavras e cheguei-me ao pé de ti para te dizer: obrigado! Não sei quem tu és nem sei se te conheço, mas emanas um diáfano discurso poético.
Espero ter-te mais vezes por cá!

23 outubro, 2007 21:20  
Anonymous coisasdavida usou da palavra

Cheguei à Rua Maria Matos, 28!...
Vim de uma terra mágica - Freixo!...
Estava à espera da tua resposta para te dar a minha.
Misto de medo e mistério ocultaram a minha identidade.
Coisas da vida!...

25 outubro, 2007 14:11  

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